Cara, que semana! Ontem foi o dia D do Crimson Desert, que finalmente chegou no dia 19 de março de 2026 depois de tanto hype e expectativa. Mas adivinha? O bicho pegou de verdade, e não do jeito que a galera esperava. A comunidade tá dividida que nem torcida de futebol: tem quem ama, tem quem odeia, e tem muita gente no meio que tá tentando entender o que diabos aconteceu.
O Que Rolou
Pra quem não tava ligado, Crimson Desert é um jogo de ação-aventura da Pearl Abyss que começou sendo pensado como prequel do Black Desert Online, mas virou um título independente durante o desenvolvimento. A promessa era de um mundo aberto gigantesco, combate visceral, história envolvente e toda aquela parafernália que faz gamer babar.
O jogo vendeu 2 milhões de cópias nas primeiras 24 horas, então sucesso comercial tá garantido. Mas a história não para por aí. No Metacritic, o jogo tá com 78 pontos, que tecnicamente é uma nota boa, mas claramente não foi o que o pessoal esperava de um dos jogos mais hypados do ano.
O bagulho começou a ficar feio quando as primeiras reviews saíram. No Steam, o jogo recebeu uma avaliação “Mista” de 66% nas primeiras 10 horas, com quase 5.000 avaliações negativas. Ou seja, a galera que realmente botou a mão na massa não ficou muito impressionada.
O Contexto Por Trás
Antes do lançamento, já tinha coisa estranha rolando. A Pearl Abyss não liberou códigos de review para PS5 e Xbox Series X|S antes do lançamento, só pra PC. Isso deixou muita gente desconfiada, principalmente depois que vazou que os gráficos do PS5 estão bem ruins comparados com o PC, com vários tópicos no Reddit reclamando da qualidade visual no console.
A situação fica ainda mais interessante quando a gente olha as reviews por região. Na Coreia do Sul, onde o jogo foi desenvolvido, apenas 33% das 2.169 avaliações em coreano são positivas. Ou seja, nem o próprio povo coreano tá curtindo muito o resultado. Os jogadores de lá têm um pé atrás com a Pearl Abyss por causa do Black Desert Online e seus problemas de monetização no passado.
O Que a Comunidade Tá Falando
As opiniões estão divididas que nem água e óleo. De um lado, tem gente elogiando demais. Um review de usuário falou que “o jogo superou o hype e é um dos melhores RPGs que já joguei”. Outros comparam com Zelda: Breath of the Wild, dizendo que é “o próximo grande jogo do gênero” e algo especial de que vamos falar por anos.
Do outro lado, tá cheio de gente pistola. Um reviewer do Polygon foi direto ao ponto: “Depois de 10 horas, o mundo aberto massivo do Crimson Desert não me mostrou uma única coisa interessante”. O Jason Schreier, da Bloomberg, foi ainda mais cruel, falando que parece “um jogo feito pra pessoas que querem consumir conteúdo”. Ouch!
Curiosidades Que Você Não Sabia
- O download inicial do jogo no Steam é de mais de 92 GB, mas você precisa de 150 GB livres no HD porque o jogo vai expandir depois
- A primeira comida que você aprende a cozinhar no jogo é uma “Sopa Clara” feita de água, carne e lentilhas, e os reviewers usaram isso como metáfora perfeita pro jogo todo: bonito, mas sem muito sabor
- Um reviewer coreano ficou tão pistola com os controles que disse que queria “pendurar os desenvolvedores de cabeça pra baixo até a teimosia deles quebrar e alimentá-los só com miojo Buldak misturado com vinagre”
Nossa Opinião
Olha, é complicado julgar um jogo só pelas primeiras impressões, mas a situação do Crimson Desert é um caso clássico de expectativa vs. realidade. Todo mundo concorda que o jogo é visualmente impressionante e tecnicamente uma maravilha, com um mundo renderizado como uma única locação onde você consegue ver cada centímetro a partir de qualquer ponto alto. Isso é foda demais, sem dúvida.
Mas parece que o jogo não tem muito a dizer em termos de história e temas, com uma narrativa que varia de difícil de acompanhar a completamente sem sentido, focando mais no espetáculo do que na substância. A Pearl Abyss já prometeu patches frequentes pra resolver os bugs e problemas de experiência do usuário, mas vai ser interessante ver se conseguem salvar a reputação do jogo até o final do ano. No final das contas, talvez seja um daqueles jogos que ficam bons depois de uns meses de updates. Mas aí é tarde demais pra primeira impressão, né?
Nota EpicPixel
2.8/5
Veredicto: Um jogo bonito e tecnicamente impressionante, mas que deixa muito a desejar na narrativa e na experiência geral
