Galera, hoje foi o dia! Final Fantasy VII Rebirth finalmente desembarcou no Nintendo Switch 2 e Xbox Series X|S, e a comunidade gamer está dividida entre celebrar e reclamar dos compromissos técnicos. Mas vamos direto ao ponto: apesar das concessões de performance e visuais, os críticos estão majoritariamente positivos sobre a experiência geral.
O Que Rolou
Final Fantasy VII Rebirth chegou ao Nintendo Switch 2 e Xbox Series X|S hoje, 3 de junho de 2026, encerrando uma espera de dois anos para os jogadores dessas plataformas. O jogo que já colecionou mais de 125 notas perfeitas e 40 prêmios de Jogo do Ano desde sua estreia no PlayStation 5 em fevereiro de 2024 agora pode ser jogado na palma da mão.
A Square Enix aproveitou o lançamento para oferecer um desconto de 20% nas versões digitais até 10 de junho, deixando o jogo por menos de 40 dólares na primeira semana. A edição padrão custa $49.99 tanto na Nintendo eShop quanto na Xbox Store, com a Digital Deluxe a $69.99.
O porto vem com o recurso “Streamlined Progression”, que introduz MP e HP ilimitados, gauge de limite e ATB ilimitados durante as batalhas, 9.999 de dano, aquisição mais fácil de habilidades de armas. Basicamente, é o modo “quero só curtir a história” que a galera pediu.
O Contexto Por Trás
Quando a Square Enix anunciou originalmente que Final Fantasy VII Remake estava vindo para o Switch 2, veio com a promessa de que Rebirth também chegaria. Conhecido por seu escopo significativamente expandido e mundo aberto, Rebirth de 2024 era um showcase de sistema em hardware mais poderoso.
A questão técnica sempre foi o elefante na sala. Como comprimir um jogo que rodava a 4K no PS5 para um handheld? Muitos estão chamando a versão do Switch 2 de “a melhor forma de jogar em modo portátil, até mesmo comparado ao Steam Deck” e que “mostra que o Switch 2 pode lidar com grandes jogos AAA da geração atual em modo handheld”.
O Que a Comunidade Tá Falando
As primeiras impressões estão bem divididas, mas no geral positivas. O Switch 2 tem uma pontuação no Metacritic de 86 baseada em 42 avaliações, comparado aos 92 do PS5. A Nintendo Life deu 8/10 e chamou de “uma tremenda adição ao crescente catálogo do Switch 2”, apesar dos problemas técnicos.
Mas nem tudo são flores. Alguns jogadores relatam que o pop-in é bem problemático no Switch 2, especialmente na área aberta, a ponto de fazer reconsiderar a compra dessa versão, achando a versão do Xbox Series S mais tolerável devido ao pop-in reduzido. Um cara até comentou que “nunca viu pop-in tão ruim antes, literalmente vendo coisas como telhados e paredes de tijolo sendo montados enquanto caminha para frente”.
Curiosidades Que Você Não Sabia
- A edição física do Nintendo Switch 2 vem com uma carta especial do Magic: The Gathering do Zack Fair, com arte variante do Tetsuya Nomura, mas apenas em inglês e em quantidades limitadas.
- A versão do Xbox Series X|S suporta Xbox Play Anywhere, ou seja, uma compra cobre tanto console quanto PC, perfeito para quem gosta de alternar entre plataformas.
- A versão do Switch 2 é essencialmente um passo acima da versão do Series S, mesmo sem o modo 60fps, tudo graças ao DLSS que ajuda a produzir melhor qualidade de imagem.
Nossa Opinião
Olha, vamos ser honestos aqui. Ninguém esperava que o Switch 2 rodasse Rebirth igual ao PS5, e quem falou isso só tava sendo desonesto mesmo. Como o próprio pessoal falou, “qualquer um sendo remotamente honesto já sabe disso. Outras pessoas online que dizem que não fica bom estão sendo obtusas. Não importa o que tentem te dizer, não deveria esperar que um handheld acessível iguale o PS5 em visuais e performance”.
O que impressiona é que mesmo com os compromissos, o jogo continua sendo “facilmente um dos maiores JRPGs dos últimos anos” no Switch 2. É aquela velha história: se a gameplay é boa o suficiente, você esquece das limitações técnicas depois de um tempo. E convenhamos, poder jogar esse nível de produção no ônibus é coisa de outro mundo. A Square Enix conseguiu fazer o impossível virar possível, e isso merece nosso respeito.
Nota EpicPixel
4.2/5
Veredicto: Um porto impressionante que prova que o Switch 2 pode rodar AAA, mesmo com alguns compromissos técnicos visíveis.
